Em suas primeiras avaliações do corrente exercício para 2021, o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) sugere que o volume de carne de frango proveniente dos cinco maiores produtores mundiais – pela ordem, EUA, China, Brasil, União Europeia e México – deve aumentar apenas 0,98%, passando de 64,644 milhões de toneladas (resultado preliminar de 2020) para 65,280 milhões de toneladas. Mesmo assim o grupo aumenta sua participação na produção mundial, respondendo por quase dois terços do volume total previsto.
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Quem mais limita a expansão do grupo é a União Europeia, única integrante com tendência de redução – e pelo segundo ano consecutivo. Desempenho que, segundo o USDA, se deve aos surtos de Influenza Aviária registrados em vários estados-membros, à fraca demanda interna e aos elevados custos de produção.
Na direção oposta – isto é, com maior índice de crescimento – está a China, com incremento previsto em pouco mais de 2%.De toda forma, é um ritmo de expansão mais lento que o observado no ano passado (+6,18% em relação a 2019). Porque – diz o USDA – com o aumento da produção e das disponibilidades internas, os chineses retornam à carne preferida, a suína.
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O índice de aumento de produção previsto para o Brasil não chega a ser muito diferente do chinês: +1,73%. Com ele o País deve superar pela primeira vez a marca dos 14 milhões de toneladas, respondendo por quase 14% da produção mundial, 0,61% a mais que em 2019. Mesmo assim é um índice de expansão inferior ao da China (+5,71%), EUA (+2,68%) e México (+2,43%), o que significa ritmo de evolução mais lento que o dos outros três concorrentes (entre os cinco primeiros, apenas a União Europeia vê recuar sua participação na produção mundial).
Observe-se que, frente ao aumento (previsto) de 0,98% entre os cinco principais produtores mundiais, os demais produtores devem registrar incremento anual superior a 2%. Mas isso apenas os recoloca, com pequeno ganho, na faixa dos 36 milhões de toneladas, alcançada em 2019.
Por Avisite
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