Comparativamente ao que foi previsto no início do ano a maior perda deve recair sobre a carne bovina: o volume agora projetado (10,665 milhões/t) representa redução de mais de 8%. Tal queda se repete em relação a 2019, o volume apontado recuando cerca de 2%.
Já as exportações de carne de frango podem ficar 3,7% menores que o proposto na primeira projeção. Deveriam chegar a, aproximadamente, 12,160 milhões/t, mas o sugerido agora são 11,708 milhões/t. Em comparação ao registrado em 2019 recuam perto de 1,5%.
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Por sua vez, as exportações de carne suína tendem a ser ligeiramente superiores ao que foi apontado na primeira previsão. O previsto inicialmente era um aumento não muito superior a 10%. Agora, as projeções são de uma expansão de mais de 12%, índice que corresponde a volume em torno de 10,480 milhões de toneladas, ou seja, quase o mesmo projetado para a carne bovina.
A propósito, o surto de peste suína africana alterou profundamente os níveis de participação das três carnes no comércio internacional. Quatro anos atrás (2016) a carne de frango detinha quase 39% do total, a carne bovina ficando com 32% e a suína com pouco mais de 29%.
Pelas projeções atuais, as carnes bovina e suína passam a compartilhar fatia praticamente idêntica, de 32%, enquanto a participação da carne de frango cai para menos de 36%. Aumento, pois, de mais de 9% para a carne suína, estabilidade para a carne bovina e perda de participação de quase 8% para a carne de frango.
Notar, de toda forma, que apesar de terem sido divulgadas há menos de duas semanas, estas novas previsões do USDA já perderam totalmente o sentido. Porque, por exemplo, lá mesmo nos EUA, a pandemia do coronavírus vem sendo tão intensa e agressiva a ponto de reduzir ou paralisar as atividades de diversos grandes abatedouros. Ou seja: já se teme a falta de carne para o abastecimento interno. E, neste caso, as exportações devem recuar ainda mais que o atualmente previsto.
AGRONEWS BRASIL – Informação para quem produz
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Fonte: Avisite
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