De acordo com agentes consultados pelo Cepea, o número de animais para abate está menor, o que, associado à maior procura pela proteína suína, tem resultado em recuperação nos preços.
O ajuste entre oferta e demanda refletiu de modo mais significativo nas carcaças e, posteriormente, no suíno vivo. Já para os cortes, a recuperação nos preços está mais lenta. Em relação à exportação, depois de apresentar forte queda de 12% no volume de carne in natura exportado em janeiro frente ao mês anterior, as vendas externas estão mais aquecidas neste começo de fevereiro.
Segundo dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), nos primeiros seis dias úteis deste mês, as exportações registram média diária de 2,8 mil toneladas, quantidade 50% maior que a média de 1,9 mil toneladas de janeiro.
Fonte: Cepea
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