O mercado brasileiro de suínos vai finalizando uma semana marcada por negócios travados. “O feriado e as notícias relacionadas a paralisações em rodovias geraram incertezas em tono da logística, mantendo o tom de cautela dos agentes nas negociações envolvendo animais para abate”, explica o analista de SAFRAS & Mercado, Allan Maia.
Para Maia, a retomada da normalidade da situação nas rodovias e avanço da reposição pode trazer alguma mudança quanto a preços. “A expectativa é de que o consumo dos cortes suínos avance nos próximos dias, com famílias mais capitalizadas. O curto spread entre a carcaça suína e o frango congelado é outra variável que pode ajudar o escoamento dos cortes suínos ao longo das próximas semanas”, pontua.
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Levantamento de SAFRAS & Mercado apontou que a média de preços do quilo do suíno vivo na região Centro-Sul do Brasil subiu 1,01% na semana, de R$ 5,84 para R$ 5,90. A média de preços pagos pelos cortes de pernil no atacado retrocedeu 1,02%, de R$ 11,17 para R$ 11,06. A carcaça registrou um valor médio de R$ 9,21, elevação de 1,52% frente ao valor registrado na semana passada, de R$ 9,08.
As exportações de carne suína “in natura” do Brasil renderam US$ 50,436 milhões em setembro (3 dias úteis), com média diária de US$ 16,812 milhões. A quantidade total exportada pelo país no período chegou a 21,005 mil toneladas, com média diária de 7,001 mil toneladas. O preço médio ficou em US$ 2.401,20.
Em relação a setembro de 2020, houve alta de 100,54% no valor médio diário da exportação, avanço de 93,33% na quantidade média diária exportada e valorização de 3,73% no preço médio. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.
A análise mensal de preços de SAFRAS & Mercado apontou que a arroba suína em São Paulo seguiu em R$ 115,00. Na integração do Rio Grande do Sul o quilo vivo caiu de R$ 5,65 para R$ 5,60. No interior do estado a cotação mudou de R$ 5,80 para R$ 5,95.
Em Santa Catarina o preço do quilo na integração baixou de R$ 5,90 para R$ 5,85. No interior catarinense, a cotação avançou de R$ 5,90 para R$ 6,10. No Paraná o quilo vivo mudou de R$ 5,90 para R$ 5,75 no mercado livre, enquanto na integração o quilo vivo continuou em R$ 5,60.
No Mato Grosso do Sul, a cotação em Campo Grande permaneceu em R$ 5,50, enquanto na integração o preço se manteve em R$ 5,45. Em Goiânia, o preço aumentou de R$ 6,10 para R$ 6,40. No interior de Minas Gerais o quilo do suíno subiu de R$ 6,40 para R$ 6,90. No mercado independente mineiro, o preço avançou de R$ 6,50 para R$ 6,90. Em Mato Grosso, o preço do quilo vivo em Rondonópolis seguiu em R$ 5,30. Já na integração do estado o quilo vivo prosseguiu em R$ 5,70.
Por Arno Baasch – Agência Safras
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