Perto de 07h50 (horário de Brasília), as cotações recuavam entre 0,75 e 1 ponto nos principais vencimentos, levando o novembro a US$ 8,92 e o março a US$ 9,17 por bushel.
A cautela permanece muito forte no mercado internacional, com os traders evitando grandes movimentações enquanto crescem as especulações sobre as relações entre Estados Unidos e China. O alto escalão se reúne apenas em outubro, mas uma delegação tem reuniões na capital americana desde ontem.
E uma das resoluções deste primeiro encontro é a visita que um time chinês fará à áreas de produção agrícola nos EUA na próxima semana. O vice-ministro da Agricultura da China será o líder da missão, que acontece nos estados de Nebraska e Montana.
“Passado o efeito positivo das exportações semanais americanas e sendo véspera de mais um final de semana, o pregão de soja volta a ficar sob pressão na Bolsa de Chicago”, diz Steve Cachia, consultor da Cerealpar e da Agro Culte.
Sem grandes ameaças no front, o analista diz ainda que “para os altistas, a melhor esperança para agitar o dia parece ser uma nova compra de soja americana pela China ou melhor ainda, um dos famosos “tweets” especulativos de Trump”.
Por Carla Mendes/ Notícias Agrícolas
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