O novembro/19, posição mais negociada neste momento, tinha US$ 8,80 por bushel. O março/20 já operava acima dos US$ 9,00 e era negociado a US$ 9,05.
O mercado encontra espaço para estes ligeiros ganhos depois das perdas de mais de 10 pontos da sessão anterior, quando as cotações reagiram a um dia de intensa avesão ao risco no exterior. As commodities caíram de maneira generalizada e as agrícolas recuaram mais de 1%.
Apesar de fundamentos positivos do lado da oferta norte-americana, alguns outros fatores como a Peste Suína Africana na China, a continuidade da guerra comercial e a tensão que ainda ronda o mercado financeiro internacional mantêm os traders atuando com cautela.
“O fator milho, a queda na demanda com a gripe suína e as incertezas provocadas pelo próprio EUA na guerra comercial com a China deixam traders na defensiva apesar da safra americana menor”, afirma o consultor da Cerealpar e da Agro Culte, Steve Cachia.
Em algumas análises, a alta forte do dólar também aparece como um fator de pressão sobre os preços da oleaginosa.
“O mercado interno, por outro lado, se firmou com o dólar pulando acima da marca de R$ 4,00 e prêmios mais firmes devido a crise na Argentina, que pode levar o produtor do país vizinho a adiar a comercialização. Com isso, sobra apenas o Brasil como grande fornecedor de soja para a China”, complementa Cachia.
Por Carla Mendes/ Notícias Agrícolas
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