O avanço é subsidiado pelos bons avanços das conversas entre China e Estados Unidos nos últimos dias, com executivos dos dois lados buscando costurar um acordo antes do fim do período da trégua entre os dois países em 1º de março.
Assim, perto de 6h55 (horário de Brasília), os futuros da commodity subiam entre 9,75 e 10,25 pontos, com o maio já sendo cotado acima dos US$ 9,30 eo agosto valendo US$ 9,52 por bushel.
De acordo com o próprio presidente Donald Trump anunciou, mais uma vez, pela sua conta no Twitter, a nação asiática teria se comprometido com os americanos em comprar mais cerca de 10 milhões de toneladas de soja. O presidente americano, na última sexta, se reuniu com o 1º ministro chinês, Liu He, braço direito de Xi Jinping quando o assunto é economia.
O objetivo agora é também fazer com que as tarifas sobre US$ 200 bilhões dos EUA sobre produtos chineses importados previstas para entrarem em vigor com valor mais alto – de 10% para 25% – não sejam efetivadas em 2 de março. Conseguido isso, os dois países teriam um pouco mais de tempo para discutir os pontos que ainda estão em desacordo.
Nesse contexto, as informações sobre a nova safra dos Estados Unidos – prevista pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) – e a conclusão da safra atual na América do Sul acabam perdendo espaço entre os radares dos traders no mercado internacional.
Por Carla Mendes/ Notícias Agrícolas
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