Os futuros da oleaginosa tinha pequenos ganhos de 0,50 a 0,75 ponto, por volta de 07h55 (horário de Brasília), com o agosto sendo cotado a US$ 8,83 e o novembro, US$ 9,00 por bushel.
O mercado busca se estabilizar depois de receber mais notícias negativas da demanda, com a China fazendo movimentos de washout (que são uma espécie de cancelamento) com a soja americana e voltando a pressionar as cotações na CBOT nesta quinta (25). Segundo o chefe da divisão de grãos da Datagro, Flávio França, o viés de baixa permanece no mercado diante da falta da demanda da nação asiática e também com condições melhores de clima nos EUA.
O mercado segue muito atento às questões do clima no Corn Belt e ao atraso no desenvolvimento das lavouras norte-americanas. Alguns modelos climáticos indicam que, nas próximas semana, o calor intenso e a falta de chuvas poderia voltar a castigar algumas áreas produtoras em Illinois, Indiana e Iowa, segundo a consultoria internacional Allendale, Inc.
Os traders esperam ainda pelos números que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) traz no dia 12 de agosto, principalmente aqueles que irão atualizar as informações sobre a área efetivamente plantada com soja e milho nos EUA. Até lá, o mercado deverá seguir bastante volátil.
A guerra comercial e a evolução das conversas entre China e EUA também são foco do mercado, uma vez que dirigentes dos dois países voltam a se encontrar pessoalmente na próxima semana.
Por Carla Mendes/ Notícias Agrícolas
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