Assim, os preços permanecem estáveis, porém, ainda do lado negativo da tabela. Por volta de 7h10 (horário de Brasília), as cotações cediam entre 1,75 e 2,50 pontos nos principais contratos, com o novembro valendo US$ 8,86 por bushel. Os vencimentos março e maio, que são indicativos importantes para a safra brasileira, ainda se mantinham acima dos US$ 9,00.
O mercado espera pelo novo boletim semanal de vendas para exportação dos EUA, que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) traz na manhã de hoje, depois dos últimos movimentos da China e da evolução nas relações entre os dois países na guerra comercial.
As expectativas do mercado para a soja são de vendas, na última semana, de 700 mil a 1,1 milhão de toneladas pelos Estados Unidos. Para o farelo, de 50 mil a 450 mil toneladas e para o óleo, de 0 a 35 mil.
“O mercado continua não se impressionando com 3 dias consecutivos de compras de soja americana pela China (já vimos esse filme antes e a guerra comercial continua) e, portanto, preferem esperar as reuniões do início de outubro para ver se vale a pena se posicionar com mais otimismo”, explica o consultor da Cerealpar e da AgroCulte, Steve Cachia.
E o executivo explica ainda que a pressão sazonal da colheita nos EUA também ainda pesa sobre os preços em Chicago neste momento. Para o milho, os trabalhos de campo já começaram. “Fora noticias de exportações, só uma mudança nos mapas climaticos (geada) para as proximas 2 semanas será capaz de animar os traders”, conclui Cachia.
No Brasil, o atraso das chuvas também chama a atenção e ainda não dá condições de plantio para alguns estados importantes que já têm a semeadura liberada, como Paraná, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Os níveis de umidade do solo ainda são insuficiente e o calor intenso continua.
No cenário externo, os traders acompanham esse início de safra um tanto preocupante para os produtores brasileiros, porém, sem ainda trazer reflexos para o mercado.
Por Carla Mendes/ Notícias Agrícolas
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