A aprovação pelo Congresso Nacional brasileiro da reforma trabalhista deve favorecer a agropecuária, reduzindo custos sem diminuir as contratações, nem o ganho do trabalhador rural

A sazonalidade da atividade agrícola favorece a terceirização e a nova lei trabalhista deverá reduzir as ações trabalhistas, favorecendo as contratações.

A tendência é de haver uma reorganização no campo, com mais empresas especializadas em atividades como plantio, manejo de plantas daninhas e pragas, colheita e distribuição, deixando o produtor mais focado na gestão da propriedade.

Menos burocracia, melhor gestão

Outras queixas são quanto ao tempo que o produtor perde com os processos burocráticos e com o pagamento de uma infinidade de tributos, cuja solução poderia ser uma reforma fiscal e com a indefinição da legislação ambiental no Estado de São Paulo, uma vez que ela é conflitante com a federal, ou seja, com a versão Código Florestal aprovada há cinco anos.

Mesmo com as indefinições, a legislação ambiental brasileira federal é considerada uma das mais adiantadas do mundo, asseguraram os especialistas e concorda o produtor.

A insegurança no campo, hoje ambiente de assaltos e roubos de máquinas e produtos, é outro motivo de dor-de-cabeça para o produtor.

Com menos tempo perdido com processos que não acrescentam um quilo à produção e nem com preocupações com processos trabalhistas, fiscais e ambientais, ou com a proteção à violência, o produtor poderá se dedicar melhor à gestão do seu negócio, no que ele deve se aprimorar.

Fonte: Cenário Agro

Edição: Agronews

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