Relativo a agosto, o mais recente Índice Geral de Preços dos Alimentos da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) apresentou queda de 1,3% em relação ao mês anterior, retrocedendo à marca dos 176,6 pontos (2002/2004 = 100 pontos)
Os maiores responsáveis por essa queda foram os cereais, cujos preços médios no mês apresentaram redução de 5,4%, reflexo da alta produção de grãos em várias partes do mundo.
O preço das carnes também sofreu redução, de 1,2%. Mas isso exclui a carne de frango, cujo preço permaneceu em relativa estabilidade pelo quinto mês consecutivo. Note-se, porém, que o valor atingido em agosto correspondeu, aproximadamente, ao mesmo valor registrado dois anos atrás, em agosto de 2015.
A carne suína também permaneceu com preço estável, situação que se repete pelo quarto mês consecutivo. Não foi o que ocorreu com a carne bovina que, após três meses de estabilidade, experimentou forte baixa em agosto, retrocedendo ao menor preço dos últimos seis meses.
Conforme a FAO essa queda se deve ao aumento das exportações de carne bovina por parte da Austrália e à perspectiva de maior disponibilidade interna do produto nos EUA. Já as carnes suína e de frango, embora com significativa demanda, vêm apresentando regular suprimento por parte das principais regiões produtoras (leia-se: “sobretudo Brasil e EUA”), o que mantém o preço dos dois produtos em relativa estabilidade.
Fonte: Avisite
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