A carne de frango in natura fechou o primeiro trimestre de 2017 mantendo a mesma sétima posição para a qual retrocedeu no encerramento do primeiro bimestre
Permanece, assim, duas posições abaixo da ocupada em idêntico período de 2017, superado agora pela “exportação” de uma plataforma petrolífera e pelos automóveis (a celulose, ora no quarto posto, apenas ocupou posição que há um ano pertencia ao açúcar em bruto, no momento na 10ª posição).
O retrocesso da carne de frango, é óbvio, não decorre apenas do melhor desempenho dos dois itens citados. Advém, também, de uma queda de 9,21% na receita cambial do produto. E o resultado final, neste caso, foi uma redução de mais de 15% de participação na pauta cambial. Ou seja: enquanto no primeiro trimestre de 2017 a carne de frango respondeu por 3,16% de todas as exportações brasileiras, neste ano tem essa participação reduzida para 2,67% do total.
Notar, de toda forma, que é grande a possibilidade de, em abril corrente, a carne de frango retornar à sexta posição. É que, até aqui, o País “exportou” apenas uma plataforma petrolífera, cujo valor (pouco mais de US$1,5 bilhão) permaneceu inalterado no bimestre fevereiro-março.
Ou seja: se nada for adicionado a esse valor neste mês, a plataforma petrolífera (que já ocupou o quarto posto) cai automaticamente para a 10ª posição – ou mais que isso. E os cinco produtos posteriores a ela (frango, inclusive) galgam novo degrau.
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