Nos últimos quatro meses, as exportações de ovos férteis não conseguiram repetir o desempenho registrado no segundo bimestre de 2018, período em que os embarques mensais do produto superaram a marca dos 20 milhões de unidades. Desde maio elas vêm registrando resultados inferiores e em agosto, por exemplo, ficaram limitadas a 15,446 milhões de unidades, o menor volume do último quadrimestre

 

Ainda assim, essas exportações continuam apresentando índices significativos de expansão. Dessa forma, embora o volume de agosto tenha recuado mais de um terço em relação ao recorde do mês de abril, ficou quase 10% acima do que foi registrado um ano antes. E, no acumulado dos oito primeiros meses do ano, registram expansão de 31%.

Considerada a média do bimestre julho/agosto, o total exportado no corrente semestre pode chegar aos 95 milhões de unidades, o equivalente a, aproximadamente, 265 mil caixas de 30 dúzias. Isto, em termos de segundo semestre, corresponderá ao maior volume dos últimos sete anos. Mas ficará aquém das (quase) 298 mil caixas exportadas no primeiro semestre deste ano.

Porém, confirmando-se essa previsão – pouco mais de 560 mil caixas em 2018 – o incremento anual em relação a 2017 girará em torno dos 18%-20%. Por ora, o aumento em 12 meses é de 37%.

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