A cidade vai comportar 30 mil pessoas — número modesto para um país com 1,3 bilhão de habitantes — e será preenchida com 40 mil árvores e 1 milhão de plantas.

Ao mesmo tempo que sofre os efeitos da degradação do meio ambiente decorrentes do seu frenético crescimento econômico, a China prepara uma cidade onde a sustentabilidade vai andar de mãos dadas com o urbanismo. Trata-se de Liuzhou, localidade situada em uma área montanhosa no sul do país que, quando estiver pronta, vai abrigar uma floresta urbana com inúmeras espécies vegetais.

A cidade vai comportar 30 mil pessoas — número modesto para um país com 1,3 bilhão de habitantes — e será preenchida com 40 mil árvores e 1 milhão de plantas. A intenção é que a sua cobertura vegetal absorva 10 mil toneladas de dióxido de carbono e produza 900 toneladas de oxigênio por ano. Presentes até mesmo no telhado das construções, as plantas terão a função de reduzir a temperatura interna dos ambientes e atuar como barreira acústica natural.

De acordo com seus idealizadores, os italianos do escritório de arquitetura Stefano Architetti, Liuzhou Forest City, além de poder ser acessada por uma linha férrea interligada a toda a malha ferroviária do país, ela vai ser autossuficiente na produção de energia: painéis solares instalados no alto dos edifícios vão iluminar a cidade com energia limpa e renovável. Ainda segundo os responsáveis pelo projeto, a previsão é de que as obras sejam concluídas até 2020.

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