Os futuros do milho seguem sem definições claras nesta manhã (13) na Bolsa de Chicago (CBOT), com análises misturadas e com pouca fundamentação tanto pelas condições de plantio quanto pela demanda pelo cereal americano

As telas mostravam, ao redor das 09h45 (Brasília), tanto pequena elevação quanto neutralidade.

Maio subiu 0,25 ponto, a US$ 3,89 o bushel, e o julho estava sem variação, parado no fechamento da véspera em US$ 3,97.

Pelo clima, nota-se que a umidade poderá fazer andar a semeadura, do Cinturão do Milho para baixo, depois de algum atraso pelos campos mais secos. Porém, em um plantio recém-iniciado, as condições de atraso podem ser invertidas em pouco tempo.

Pela demanda, houve uma queda de 7% em relação à semana anterior, considerada pequena pelo Farm Futures, embora os traders esperavam mais do que os 75,3 milhões de bushels.

Na BM&F Bovespa os negócios caiam 0,67% no maio, R$ 38,70, e o setembro recuava 0,36%, R$ 35,70.

Fonte: Notícias Agrícolas

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