As principais cotações registravam quedas entre 1,00 e 1,50 pontos por volta das 09h11 (horário de Brasília).
O vencimento dezembro/19 foi cotado à US$ 3,71 e desvalorização de 1,25 pontos, o março/20 valia US$ 3,83 com perda de 1,50 pontos, o maio/20 era negociado por US$ 3,91 com queda de 1,25 pontos e o julho/20 tinha valor de US$ 3,96 com baixa de 1 ponto.
O último dia da semana começa ainda sentindo os reflexos da divulgação do relatório de exportações do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) realizada na tarde de quinta-feira (27) que mostrou as vendas de exportação de milho caindo, atingindo apenas 19,5 milhões de bushels (495.300 toneladas) na semana passada.
Isso foi menos de um terço da contagem da semana anterior de 60,2 milhões de bushels (1,5 milhões de toneladas) e bem abaixo das estimativas comerciais de 33,5 milhões de bushels (850.900 toneladas). A taxa semanal necessária para atender às previsões do USDA subiu para 32,2 milhões de bushels (817.880 toneladas).
“Os números mais recentes de milho foram decepcionantes, com compromissos totais no nível mais baixo do acumulado do ano em quase duas décadas. É difícil culpar o ritmo lento da colheita por esse início lento, porque ainda há muito milho para colheita em 2018”, observa o analista de grãos Bryce Knorr.
Por Guilherme Dorigatti/ Notícias Agrícolas
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