Um furry para transformação em homem-lobo custou R$ 130 mil. Costume estranho, mas comum entre os furries. Confira!
Bem, pessoal, eu não sei como vocês se sentem, mas eu estou impressionado com estas coisas inusitadas que acontecem em nosso cotidiano, como a deste japonês que acabou de gastar cerca de 130 mil reais para se transformar em um lobo, nos deixa perplexos e desorientados em publicar. Mas vamos tentar entender esta cultura peculiar.
Eu não sei o quanto vocês sabem sobre os costumes japoneses, mas o que sabemos é que este furry (você vai saber mais sobre isso logo abaixo) contratou uma empresa chamada Zeppet, especializada em criar fantasias hiper-realistas. E eles não brincaram em serviço: levou mais de 50 dias para desenvolver a roupa de lobo.
Este traje de lobo bípede foi um dos mais caros feitos pela empresa japonesa Zeppet. E não pense você que isso é algo exclusivo, esses tipos de trajes são um sucesso entre os furries. O homem que comprou o traje ficou especialmente satisfeito com a compra. Pelo menos, é o que pareceu no comunicado oficial da Zeppet. Ele disse que a roupa não apenas supriu o seu desejo de se transformar em um lobo, mas também é muito confortável de usar.
E ele ainda explicou que sempre sonhou em ser um lobo desde a infância e, quando viu o resultado final no espelho, ficou maravilhado em ver o seu sonho se tornando realidade.
“Por causa do meu amor por animais desde a infância e algumas fantasias realistas de animais aparecendo na TV, eu sonhava em ser assim um dia. Na prova final, fiquei maravilhado com o meu eu transformado no espelho. Foi um momento em que meu sonho se tornou realidade”, explicou o homem-lobo.
A Zeppet foi fundada há 35 anos e é um dos principais estúdios de modelagem especial no Japão. Desde sua fundação, o estúdio trabalhou em muitos projetos de modelagem especial para filmes, programas de TV, comerciais, parques de diversão e eventos.
E vocês não vão acreditar, mas no ano passado um homem chamado Toko viralizou nas redes sociais por gastar mais de 75 mil reais para tentar se transformar em um Border Collie de verdade.
Em um dos vídeos, o homem cachorro tenta fazer o básico da vida de um cachorro de apartamento: subir no sofá. Depois de mais de um minuto e meio tentando, ele até consegue, mas a situação é claramente desconfortável e o máximo que ele faz é dar um tchauzinho antes de desistir. Na cena seguinte ele aparece já em cima do sofá e só dá para imaginar o outro ser humano que está filmando ajudando ele na empreitada.
“Meus animais favoritos são quadrúpedes, especialmente os fofos. Entre eles, achei que um animal grande perto de mim seria bom, considerando que seria um modelo realista, então resolvi fazer um cachorro”, disse.
Assista abaixo o vídeo desta transformação. Aperte o Play!
Furry (“peludo” em inglês) é um estilo de subcultura relacionada a personagens animais ficcionais que apresentam características antropomórficas, assim apresentando personalidade e características humanas. Ou seja, os furries são pessoas interessadas em personagens de animais com aparência humana ou humanos com características animais. Eles podem participar de encontros ou eventos de fãs de furry (Fandom) e podem vestir fantasias ou roupas que os fazem parecer animais humanoides.
Alguns furries só se interessam pelos personagens e a cultura dos furries, enquanto outros se envolvam mais ativamente na comunidade e podem participar de eventos de role-playing ou vestir roupas temáticas de animais.
Agora que você já sabe o que é furry fandom, confira abaixo um pequeno glossário dos principais termos usados pelos furries.
A principal convenção do país de fãs de fursuit (furry fandom) no Brasil, chamada Brasil FurFest, aconteceu entre 15 e 17 de julho em Santos, no litoral de São Paulo.
A primeira edição do evento, que aconteceu em 2016, alcançou a marca de 169 participantes (sendo 54 fursuiters) vindos de 9 estados brasileiros (SP, RJ, BA, RS, SC, PR, MG, ES e PA) e do Distrito Federal, além de participantes estrangeiros de 4 países (EUA, Colômbia, Argentina e Paraguai).
Em 2022, os organizadores contabilizaram 872 pessoas em três dias de evento, com uma equipe de 32 pessoas na organização.
Um dos motivos pelos quais muitos furries preferem não mencionar sua participação na comunidade em suas vidas públicas é o preconceito em torno da parte adulta do fandom, que produz conteúdo pornográfico conhecido como yiff.
Este termo é derivado do som que os personagens de animais fazem quando eles são representados como tendo relações sexuais, e é amplamente utilizado para descrever esse tipo de conteúdo no fandom.
No entanto, é importante notar que esse tipo de conteúdo não é universalmente aceito entre os furries. Como a comunidade inclui muitas crianças e adolescentes, a regra geral é que não se exiba arte erótica nas convenções e que os perfis nas redes sociais alertem para o conteúdo adulto para evitar interações com menores.
Agora vamos ver algumas curiosidades sobre esta cultura peculiar:
E então, já conhecia a cultura furry fandom? Escreva nos comentários qual a sua opinião.
Por Vicente Delgado – AGRONEWS®
De acordo com o IPTL, combustíveis seguiram sendo negociados a R$ 4,51 e R$ 6,49,…
Após meses de valorização intensa, os preços do café registraram um movimento de retração em…
Foram 47 dias de precipitações no período contabilizados na estação do INMET na capital O…
Mercado do milho recua 5,03% na semana e segue pressionado por fatores internos e externos…
A Associação Rede ILPF e a Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa)…
Evento visa o fortalecimento da cadeia produtiva de origem familiar e o reconhecimento do trabalho…
This website uses cookies.