O frango vivo negociado no interior paulista obteve ontem (17) seu sexto ajuste consecutivo de preço – de cinco centavos, como os anteriores

 

Com isso, foi comercializado por R$2,50/kg, retornando ao mesmo valor registrado há um ano e que, no decorrer de 2017, prevaleceu por ininterruptos 183 dias. Ou mais de seis meses, entre 31 de março e 29 de setembro.

Dispensável dizer que, agora, as condições de produção são totalmente diferentes. Em maio do ano passado, nesta mesma ocasião, milho e farelo de soja eram negociados por, respectivamente, R$490 e R$970 por tonelada e, hoje, alcançam valor pelo menos 50% superior. Ou seja: em relação há um ano, o poder de compra do avicultor está reduzido a menos de dois terços.

À primeira vista, as possibilidades de novo ajustes se reduzem daqui para frente. Não porque ocorra alguma alteração na oferta (ela permanece decrescente), mas devido à época do mês (segunda quinzena). Dessa forma, talvez seja preciso esperar a virada de mês para a obtenção de novos ajustes.

Em Minas, após (também) seis reajustes quase consecutivos, a cotação do frango vivo, ontem, permaneceu inalterada em R$2,65/kg, a despeito do mercado firme. É outro indicativo de vindoura estabilidade de preços.

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