O Índice de Preços dos Alimentos (FPPI na sigla em inglês) divulgado ontem pela Agência das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) aponta que o primeiro semestre do ano foi encerrado com o primeiro recuo de 2018
O valor levantado – 173,7 pontos (2002/2004 = 100) retrocedeu 1,3% em relação a maio, resultado decorrente, sobretudo, das turbulências criadas por China e EUA no mercado internacional de grãos (trigo e milho, principalmente) e de óleos (o de soja inclusive).
As carnes mantiveram-se em relativa estabilidade, com variação mensal de 0,31%, índice influenciado pela carne ovina (+5,33%) e pela carne suína (cerca de meio por cento a mais). Ou seja: as carnes bovina e de frango voltaram a apresentar ligeira queda (-0,29% e -0,37%), mas sem perder a estabilidade que vem marcando o setor há algum tempo.
A carne de frango é um bom exemplo da estabilidade que vem sendo registrada há algum tempo. Nos últimos 25 meses (ou seja, desde junho de 2016) seus preços registraram amplitude de 21 pontos percentuais entre os valores mínimos e máximos registrados.
Em idêntico intervalo de tempo anterior essa amplitude chegou a 63 pontos. Foi então (abril de 2013) que a carne de frango atingiu seu maior valor histórico: 223,76 pontos (no Brasil, US$2.204,17/t para o produto in natura, valor quase 50% superior aos US$1.477,34/t de junho passado).
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