O senador Wellington Fagundes (PR) quer que o projeto de duplicação da BR-163, em Rondonópolis, tenha alterações em um trecho específico, para garantir um tráfego mais seguro e diminuir os riscos de acidentes à população. Para que a mudança aconteça, é necessária autorização específica, que o senador Wellington Fagundes foi buscar, na quarta-feira (10), na Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), em Brasília.

A mudança, segundo Wellington – que preside a Frente Parlamentar de Logística de Transportes e Armazenagem -, beneficiará principalmente os trabalhadores dos distritos industriais Bortoli Razia e Vetorasso. “Todos nós sabemos que o fluxo de caminhões por lá é intenso, o que ocasiona inúmeros congestionamentos e acidentes, tornando-se um trecho especialmente inseguro”, alertou o republicano.

O deputado Nininho, que também acompanhou a audiência, afirma que as alterações irão reduzir justamente essa “confusão” no tráfego do trecho entre os quilômetros 117 e 120. “Nós viemos aqui na companhia do senador Wellington pedir a mudança no projeto, na parte que compreende a saída da cidade de Rondonópolis. Da forma como está, o termo não atende a grande demanda de caminhões e bi-trens que trafegam naquela rodovia”, completou o parlamentar.

O diretor-executivo da Associação dos Transportadores de Cargas de Mato Grosso (ATC), Miguel Mendes, conta que apesar de representar o setor empresarial, há uma preocupação muito grande com toda a comunidade rondonopolitana que precisa atravessar a BR-163.

“Queremos que a agência autorize a concessionária a mudar o projeto, construindo, no local, uma passagem inferior, que interligará os dois distritos industriais de Rondonópolis, e facilitará o fluxo de caminhões que vão sair das rodovias e adentrar nas marginais que serão construídas, para abastecer ou seguir aos pátios das transportadoras instaladas naquele local”, explicou.

O diretor da ANTT, Sérgio Lobo, adiantou que o pedido deve ser atendido e a mudança realizada no contrato, a bem de toda a população que trafega pelo trecho. “Nós recebemos o pleito e avaliamos que é totalmente viável. Em função das negociações e dos ajustes junto à concessionária, a agência analisará tecnicamente e requisitará a concessionária para que esta viabilize projeto técnico e executivo do pleito”, garantiu Lobo.

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