Mesmo com a greve dos caminhoneiros no Brasil e a consequente dificuldade de retirar etanol, o volume de negócios envolvendo o hidratado em São Paulo em maio foi o maior desde outubro de 2017
Foi, também, a quantidade mais elevada para um mês de maio desde 2015. Segundo pesquisadores do Cepea, a demanda aquecida segue dando suporte aos preços do biocombustível. Nas semanas cheias de maio, o Indicador CEPEA/ESALQ para o etanol hidratado teve média de R$ 1,6111/litro, 5,35% maior que a de abril.
No mesmo comparativo, a média do Indicador CEPEA/ESALQ para o etanol anidro em maio foi apenas 0,11% maior que a do mês anterior, ficando em R$ 1,7285/litro. Na última semana do mês, especificamente, o ritmo de negócios ficou abaixo do registrado nos períodos anteriores, com maior movimento somente na sexta-feira, 1º.
Distribuidoras focaram na retirada do produto negociado ainda na primeira quinzena de maio. Do lado das usinas, a moagem foi retomada e os carregamentos, gradualmente normalizados.
Fonte: Cepea
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