De acordo com os dados divulgados ontem (3) pela SECEX/MDIC, em junho passado as exportações brasileiras de carne de frango in natura ficaram limitadas a 218.910 toneladas, recuando 30,36% em relação ao mês anterior (314.357 toneladas em maio/18) e 36,24% em relação ao mesmo mês do ano passado (343.346 em junho de 2017)
A exemplo do volume, o preço médio também recuou: ficou em US$1.487,45 por tonelada, valor que representou reduções de 1,69% e 8,89% sobre, respectivamente, o mês anterior e o mesmo mês de 2017.
Em decorrência, o fator mais afetado foi a receita cambial. Que não foi muito além dos US$325 milhões, resultado que a coloca 31,54% e 41,91% aquém do que foi alcançado em maio passado e em junho de 2017.
Os resultados são fracos, como era esperado. Mas será que correspondem à realidade? A questão é levantada ao se analisar os próprios dados divulgados pela SECEX/MDIC. Assim, por exemplo, até a quarta semana de junho o órgão dava como total embarcado em 16 dias úteis perto de 200 mil toneladas de produto in natura – média de, aproximadamente, 12,5 mil toneladas diárias. Já para os últimos cinco dias úteis do mês são apontadas não mais que 19 mil toneladas, resultado que corresponde a embarques diários de 3.822 toneladas, volume baixíssimo jamais registrado pelo setor.
Em suma: tudo indica que muita coisa relativa à quinta semana do mês não foi contabilizada. Culpa, quem sabe, do campeonato mundial de futebol.
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