Às 10:14, o dólar recuava 0,19 por cento, a 3,9345 reais na venda. Na véspera, o dólar subiu 0,26 por cento, a 3,942 reais na venda.
O dólar futuro perdia cerca de 0,3 por cento neste pregão.
“Essa semana o mercado vai andar meio de lado, não temos muitas novidades, pelo menos internamente. Podemos ter alguma coisa de maior volatilidade hoje pela formação da Ptax, mas não vejo muito espaço para subir”, explicou o diretor de câmbio da Ourominas, Mauriciano Cavalcante.
Investidores devem realizar movimentos de proteção no pregão desta terça-feira, precavendo-se antes do feriado nacional e da decisão do Federal Reserve, a ser anunciada na quarta-feira.
“Pode haver (movimentos defensivos), já que amanhã não é feriado nos EUA. É possível que dê uma ajustada para cima para esperar o resultado”, afirmou Cavalcante, acrescentando que isso deve ser mais perceptível no fim da tarde, próximo ao fechamento.
A expectativa é de que o banco central norte-americano mantenha os juros no nível atual, sendo a atenção voltada para declarações do chair, Jerome Powell, sobre como equilibrar o crescimento econômico robusto contra a inflação baixa.
Internamente, as atenções continuam voltadas para a tramitação da reforma da Previdência, que entrou em ritmo mais lento nesta semana cortada por feriado.
Está prevista para esta terça-feira uma reunião entre o presidente da comissão especial da Câmara, deputado Marcelo Ramos (PR-AM); o relator da reforma na comissão, deputado Samuel Moreira (PSDB-SP); e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) para montagem do cronograma de trabalhos da comissão.
Na véspera, o presidente da comissão especial disse que pode realizar as audiências essenciais para discutir a proposta em até 10 sessões, mas ressaltou que a partir daí o andamento vai depender do governo.
Também na segunda-feira, Maia afirmou que trabalhará para que a reforma seja aprovada na Câmara no primeiro semestre do ano.
A partir de quinta-feira, o Banco Central começará a rolagem integral dos 201.785 contratos de swap cambial tradicional com vencimento em 1º de julho de 2019.
Por Laís Martins/ Reuters
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