Às 15:50, o dólar BRBY avançava 0,58 por cento, a 3,7323 reais na venda, após fechar com acréscimo de 0,12 por cento, a 3,7108 reais, na véspera.
O dólar futuro DOLc1 operava com variação negativa de cerca de 0,1 por cento.
A moeda passou a operar com um pouco mais de força frente ao real por volta das 14h, acompanhando o exterior, onde houve uma piora nos índices acionários dos Estados Unidos relacionada ao ceticismo sobre o acordo comercial entre EUA e China.
Após pregão de ajuste na véspera, quando calibraram apostas sobre a reforma da Previdência, investidores voltam ao compasso de espera, baseados na percepção de que só haverá uma definição quando o presidente Jair Bolsonaro retornar a Brasília.
No fim da tarde de quinta-feira, o porta-voz da Presidência informou que Bolsonaro contraiu pneumonia durante a recuperação da cirurgia de reversão da colostomia, o que deve adiar ainda mais sua alta.
“Não há nenhuma grande novidade, o que tem é um certo desconforto com relação à saúde de Bolsonaro que pode atrasar a composição política pra fazer a reforma”, afirmou o estrategista de renda fixa da Coinvalores Corretora, Paulo Celso Nepumoceno.
“É preciso de um apoio para a reforma acontecer e com uma demora um pouco maior, com ele (Bolsonaro) mais afastado da linha de frente, pode atrasar um pouco a coalizão que o governo precisa formar”, avaliou.
No exterior, o mercado observa novos desdobramentos na guerra comercial entre EUA e China. A Casa Branca confirmou que conversas de alto nível entre representantes serão retomadas em Pequim nos dias 14 e 15 de fevereiro.
Na véspera, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que não pretende se reunir com o líder chinês, Xi Jinping, antes do prazo de 1º de março determinado pelos dois países para chegar a um acordo comercial.
A fala de Trump pesa contra as expectativas de que os dois países possam fechar acordo antes da data limite.
Também na quinta-feira, dados mostraram uma queda na produção industrial da Alemanha em dezembro, o quarto recuo consecutivo, o que reforçou temores de investidores de que a economia mais forte da Europa pode estar rumando para uma recessão.
Já a Comissão Europeia reduziu suas estimativas para o crescimento econômico da zona do euro neste e no próximo ano, provocando preocupações de que a desaceleração global está se espalhando para a Europa.
O BC brasileiro vendeu nesta sessão 10,33 mil swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares. Assim rolou 3,099 bilhões de dólares do total de 9,811 bilhões que vencem em março.
Por Laís Martins/ Reuters
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