Para chegar a essa conclusão, basta avaliar os resultados da segunda semana de novembro (6 a 12, cinco dias úteis), período em que a receita obtida recuou mais de um quarto em relação à semana inicial do mês.

Isto significou passar de US$71,581 milhões/dia para US$52,328 milhões/dia, resultado que fez a receita média diária dos primeiros oito dias úteis de novembro ficar quase 27% menor que a registrada no início do mês.

Fique claro, de toda forma, que o recuo observado não se distribui igualmente sobre as três carnes. Por ora, apenas a carne bovina dá sinais de retrocesso, porquanto as carnes suínas e de frango sinalizam aumento de volume em relação ao mês anterior. Já em relação a novembro de 2015 apenas a carne suína tende a um volume maior.

É cedo, ainda, para uma projeção mais definida porquanto os oito dias úteis até agora decorridos representam apenas 40% dos 20 dias úteis do mês. Mas os resultados ora acumulados projetam, para a carne suína, embarques de pouco mais de 60 mil toneladas, resultado 14% e 10% superior aos registrados em outubro passado e em novembro de 2015.

A carne bovina sinaliza volume total próximo de 80 mil toneladas, o que, se for atingido, significará redução mensal e anual superior a, respectivamente, 5% e 20%.

Já a carne de frango, como foi dito, tende a um aumento em relação ao mês passado, podendo chegar às 313 mil toneladas, com isso superando em cerca de 13,5% as 276 mil toneladas de outubro último. Porém, não conseguirá atingir o que foi exportado em novembro de 2015 – perto de 344 mil toneladas. Assim, tende, por ora, a uma redução de quase 9%.

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