O custeio para a temporada ficou previsto em R$ 4.630,18/ha, queda de 0,35% ante a dezembro. O recuo está atrelado à queda nos preços dos insumos, principalmente os cotados em dólar (devido à baixa da moeda no mês).
Dessa forma, e com o preço da soja futura apresentando alta, a relação de troca dos principais fertilizantes Super Simples (SSP) e do MAP reduziu 2,05% e 0,98% ante a dezembro, respectivamente. Desse modo, para que o produtor consiga uma tonelada de SSP e MAP, é necessário entregar 16,67 e 32,65 sacas de soja, nesta ordem.
Por fim, é importante ressaltar que nesta safra a relação de troca está mais favorável que o observado no mesmo período do ano passado. No entanto, a compra de insumos está atrasada em relação aos últimos dois anos, devido à maior capitalização do produtor (podendo aguardar melhores preços dos insumos) e a mudança de perfil no planejamento.
De acordo com a análise do Cepea, “A colheita da soja no Brasil segue em ritmo lento, devido ao elevado volume de chuvas em importantes regiões produtoras. Colaboradores consultados pelo Cepea indicam que algumas áreas já foram dessecadas há dias e ainda não puderam ser colhidas, diante das frequentes chuvas. Esse cenário começa a preocupar o sojicultor nacional quanto à possibilidade de haver grão de soja avariado e ardido, o que pode, inclusive, impactar na produção de derivados, sobretudo de óleo”.
Por Daniele Balieiro com informações do Imea
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