US$ 3 bilhões por ano é o tamanho do rombo estimado que a infestação de carrapatos gera para a pecuária no Brasil. Pequeno no tamanho, gigante causador de problemas no campo, o parasita impacta a produção de carne e leite, eleva os custos de produção com tratamentos e prejuízos diversos, como a perda na qualidade do couro, tornando-o de baixo rendimento para a indústria. Ainda é vetor de doenças do complexo tristeza parasitária bovina (TPB), como a babesiose e a anaplasmose. Por isso, todo cuidado é pouco para combater a proliferação desse parasita.

O médico veterinário Bruno Lima, gerente técnico da linha bovinos da Virbac, primeiro laboratório mundial dedicado exclusivamente à saúde animal, afirma que os carrapatos podem ser observados nos bovinos durante todo o ano, mas existem períodos em que acontecem os picos de infestações. Isso acontece devido às condições ambientais favoráveis à fase não parasitária do ciclo de vida do parasito. “Se não houver um programa estratégico de combate ao carrapato nas propriedades nesta época, haverá aumento gradativo da infestação ao longo do ano”, explica.

Diferentes categorias requerem diferentes manejos e protocolos, mesmo dentro de uma mesma propriedade. Por exemplo, animais jovens são muito mais sensíveis que os mais velhos e isso deve ser levado em consideração quando se monta um plano sanitário para controle. Os carrapatos são parasitos com ciclo de vida que possui uma fase parasitária – no animal – que dura em torno de 21 dias e uma fase livre, não parasitária que pode durar meses de acordo com condições ambientais e climáticas na região. Um plano estratégico de controle deve contemplar medidas de manejo, conhecimento do ciclo da parasita e produtos de qualidade utilizados na dose correta, na forma recomendada pelo fabricante e na época certa. “Assim conseguimos maior sucesso no controle destes ´sócios´ indesejados que causam muito prejuízos”, diz Lima.

Por isso, aliado a medidas de combate à infestação nos ambientes, é necessário adotar o uso de medicamentos eficazes no controle de parasitas no animal como o Effipro Bovis, lançado recentemente pela Virbac. “Com este medicamento, entramos no segmento de ectoparasitas pour on. Até então, o portfólio contemplava somente produtos injetáveis para o controle de parasitas”, diz Lima.

O Effipro Bovis possui como ativo o fipronil (1%), formulado com a tecnologia exclusiva Blue Action que, além de marcar os animais tratados, garante um efeito mais rápido e duradouro no controle e tratamento dos parasitas externos. Além do carrapato, combate a presença de moscas de chifres e bernes.

Sobre a Virbac

Fundada na França em 1968 pelo médico veterinário Dr. Pierre Richard Dick, a Virbac ocupa hoje a 7ª posição no ranking mundial das companhias farmacêuticas veterinárias. Transformou-se em marca de referência no mercado veterinário global devido a uma grande linha de medicamentos biológicos e farmacêuticos que previnem e combatem as principais patologias dos animais domésticos e de criação, com destaque para a linha dermatológica, líder mundial de vendas. A Virbac está presente em mais de 100 países com soluções que trazem, juntas, qualidade, eficácia e facilidade de utilização a todos os envolvidos no cuidado animal. Site: www.virbac.com.br

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