Uma parceria entre duas agências e um grupo de pesquisadores, porém, decidiu ir literalmente além do fim, preocupando-se com o que poderá restar após esse possível apocalipse por vir, e resguardando em uma caixa “indestrutível” uma série de informações científicas para oferecer a futuras civilizações o registro do que era, como era, como agia e o que sentia a humanidade – e o que terá levado ao fim do mundo como conhecemos hoje.
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Assim nasceu o projeto oportunamente intitulado Earth’s Black Box, ou caixa-preta da Terra, em tradução livre, uma colaboração entre a agência de marketing Clemenger BBDO, a agência criativa The Glue Society, e pesquisadores da Universidade da Tasmânia, instituição australiana com três campus no estado insular. Basicamente, a caixa-preta do planeta é um imenso monólito instalado em um ponto remoto da Tasmânia capaz de resistir a grandes cataclismos e permanentemente registrando importantes dados científicos sobre o que pode causar esse fim.
“A ideia é que se a Terra realmente se destruir como resultado das mudanças climáticas, esse equipamento de gravação indestrutível permanecerá por lá, para ensinar a quem quer que seja que sobreviver”, afirmou Jim Curtis, diretor executivo de criação da Clemenger BBDO, para a imprensa australiana. “Obviamente é um conceito poderoso quando se diz a alguém que a Terra ‘tem uma caixa-preta’. Muita gente pergunta pra que precisamos de uma caixa-preta, mas, antes de tudo e principalmente, se trata de uma ferramenta”, afirmou Curtis. O objeto será construído com 10 metros, por 4 metros e 3 metros em aço de 7,5 centímetros de espessura, e o local, na costa oeste do estado, foi escolhido por sua estabilidade geopolítica e geológica.
O equipamento irá utilizar um algoritmo especialmente projetado para rastrear toda a internet e registrar informações relevantes sobre a emergência climática, como níveis de carbono na atmosfera, variações de temperatura, mudanças no nível e na temperatura dos oceanos, consumo de energia, e mais – juntando tais dados a outros arquivos relevantes, como manchetes em reportagens e posts em redes sociais, a fim de contextualizar as informações coletadas. Quando estiver funcionando, a Earth’s Black Box também disponibilizará os dados em uma plataforma digital: para além de funcionar somente como um digrama para futuras civilizações, o projeto busca pressionar líderes internacionais para, quem sabe, impedir esse fim anunciado.
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