Confira o Boletim CLIMATEMPO 21 a 27 de julho e veja a previsão do tempo em todas as regiões do país nos próximos 7 dias.
Um grande bloqueio atmosférico se estabeleceu sobre o Brasil, e com isso, as instabilidades não conseguem avançar pelo país nos próximos dias. O ar seco continua atuando muito forte, e a tendência agora é de tempo firme em grande parte do Brasil.
Ao longo desta semana o ar vai continuar muito seco no Sudeste, diversas cidades, principalmente do interior de Minas Gerais e de São Paulo, ainda podem atingir níveis críticos de umidade relativa do ar no período da tarde. A Organização Mundial da Saúde, recomenda valores mínimos de 60%, mas nos próximos dias, várias cidades vão ficar abaixo dos 30%, o que já é caracterizado estado de atenção.
Esse ar muito seco é prejudicial à saúde, por isso, neste período com falta de chuva por vários dias, é necessário redobrar os cuidados com a hidratação. Beba bastante água!
Entre o litoral do Espírito Santo e o litoral leste nordestino, pode chover um pouco no domingo e na segunda-feira, mas em geral, a chuva será passageira. O sol consegue aparecer mesmo assim, e faz calor à tarde. A chuva deve ser mais persistente no leste do Nordeste nos próximos dias. Essas áreas seguem com tempo instável e pode chover várias vezes ao longo da semana, e não se descarta uma chuva mais forte em alguns pontos. A região de Salvador pode ter alguns episódios de chuva forte, com raios e rajadas de vento.
Na costa norte do Brasil, entre São Luís/MA e o norte do Amazonas, a previsão é de sol, ar bastante abafado e pancadas de chuva que podem ser fortes em pontos isolados. O calor passa dos 30°C nestas áreas.
A chuva ainda vai persistir entre a costa do Nordeste e as áreas mais ao norte da Região Norte. As demais regiões brasileiras vão seguir com o ar muito seco, bastante sol e baixos índices de umidade. Pelo menos até quinta-feira não há condições de chuva para as capitais do Sul, Sudeste e Centro-Oeste. O interior nordestino e o sul da Amazônia também ficarão com o tempo bem seco.
A estimativa preliminar da safra agrícola 2019/20 para a cultura da laranja é de 13,5 milhões de toneladas colhidas, 1,5% abaixo da quantidade obtida na safra agrícola 2018/19, de acordo com, dados do último relatório da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo (SAA-SP), por meio do Instituto de Economia Agrícola (IEA) e da Coordenadoria de Desenvolvimento Rural Sustentável (CDRS).
O período de deficiência hídrica, principalmente nos meses de março e abril de 2020, quando os frutos já se encontravam em estágio mais avançado de desenvolvimento, e as altas temperaturas diurnas podem vir a comprometer a safra, pois são fatores que afetam negativamente estágios importantes do desenvolvimento vegetativo dos pomares, como o florescimento e o desenvolvimento dos frutos.
Essa situação climática foi notada em grande parte da região noroeste do estado (EDRs de Votuporanga e São José do Rio Preto). Entretanto, esse efeito é muito amenizado na região sudoeste (EDRs de Avaré e Itapetininga), onde predomina a laranja com destino para mesa, com uso de irrigação. Contudo, para a presente safra, há indicativo de uma produtividade agrícola de 32,2 t/ha, registrando variação positiva de 0,3% em relação à safra anterior.
O volume contabilizado contempla a produção destinada ao mercado e à indústria, as caixas perdidas no processo produtivo e na colheita, bem como os frutos provenientes de pomares não expressivos economicamente, independentemente de seu tamanho.
Quanto à área total plantada (que inclui área com plantas ainda não produtivas), nota-se recuo de 1,4%, embora se registre expectativa de crescimento em que não se fará a colheita (aumento do número de plantas novas), ainda que de forma não uniforme regionalmente. Em relação à área produtiva, nota-se diminuição de aproximadamente 2,0%, relativamente à safra 2018/19 (redução de três milhões de pés). Esse fato também contribui para um volume menor, visto que há expectativa de leve aumento no rendimento (+0,3%).
É conhecida a continuidade no processo de erradicação, por conta da eliminação de pomares comprometidos com a incidência de problemas fitopatológicos, principalmente cancro cítrico e HLB (greening). A área ocupada com pomares de laranja é de 448,6 mil hectares, correspondendo a 180,1 milhões de plantas, das quais 89,0% aptas para produção.
Cuide-se e hidrate-se!
Fonte: CLIMATEMPO
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