As lavouras de feijão do Centro-Oeste do país já estão recebendo as sementes do cultivo “outono-inverno” ou 3ª safra. E alcançar uma boa rentabilidade no fim deste processo produtivo depende da qualidade e, consequentemente, da classificação atingida pelo grão de feijão. Como estratégia para favorecer o grau de peneira – tamanho – destes grãos está o investimento em soluções ligadas ao equilíbrio nutricional da planta.
 
As classificações das peneiras do feijão são, geralmente, entre 10, 11 e 12, quanto maior o número, melhor será a comercialização, explica o engenheiro agrônomo Fransérgio Batista, gerente técnico especializado em grãos da Alltech Crop Science. “O produtor pode estar conduzindo corretamente sua lavoura desde o início, mas quando chega à fase final, no enchimento de grãos, podem ocorrer fatores que façam com que ele não encha, comprometendo a rentabilidade”, afirma.
 
O especialista destaca ainda a importância dos cuidados com o manejo nutricional, que impacta diretamente na qualidade do produto final. “Alguns problemas podem ocasionar o não desenvolvimento dos grãos como a presença de pragas e doenças, o estresse hídrico, mas principalmente a deficiência nutricional nesta fase final principalmente dos elementos Potássio, Nitrogênio e Magnésio”, ressalta.
 
Na prática
 
Em Unaí (MG), o engenheiro agrônomo e gerente da empresa “Maurício Paulo Fontana e Outros”, Herculano Neto, acompanha a plantação de 800 hectares de feijão. Ele explica que a utilização, via foliar, de soluções naturais à base destes três nutrientes associados a aminoácidos tem favorecido o desenvolvimento do cultivo. “Conseguimos observar melhora na qualidade e peneira dos grãos, peso maior, na média, o que acabou permitindo uma padronização da produtividade”, conta.
 
De acordo com Batista, estes nutrientes são essenciais e devem ser complementados via foliar, no período de formação e enchimento das vagens. “O Potássio é responsável pela translocação de fotoassimilados da folha para o grão, favorecendo o seu enchimento. O Nitrogênio também tem essa função e contribui para a produção de proteína no grão. Já o magnésio melhora a fotossíntese da planta e ainda auxilia na translocação”, finaliza.
 
 
Sobre a Alltech Crop Science
 
A Alltech Crop Science, divisão agrícola da Alltech Inc., desenvolve soluções naturais para os desafios da agricultura nos principais mercados do mundo. Por meio de produtos com alto valor agregado e tecnologia exclusiva nas linhas de nutrição, proteção e performance, garante sustentabilidade e lucratividade ao produtor rural. A Alltech Crop Science do Brasil é formada pela maior fábrica de leveduras do mundo, localizada em São Pedro do Ivaí (PR), pela sede em Araucária (PR) e pela nova unidade em Uberlândia (MG).
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