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CETAS BH usa fototerapia para tratar animais resgatados

Mais de 40 tipos de tratamentos de cicatrização são acelerados por meio do laser e LED

Mais de 40 tipos de tratamentos de cicatrização são acelerados por meio do laser e LED

O laser e o LED são os novos aliados do CETAS (Centro de Triagem de Animais Silvestres), Compartilhado entre o Ibama e o IEF (Instituto Estadual de Florestas), de Belo Horizonte, que chegam para acelerar mais de 40 tratamentos em aves, mamíferos, répteis e outros bichos silvestres. Segundo o Centro, estes animais são constantemente resgatados e precisam ser devolvidos à natureza restabelecidos e saudáveis.

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Para ajudar neste processo, a fototerapia veterinária foi um dos tratamentos escolhidos para ajudar os animais. Trata-se de um tratamento realizado com laser e LED terapêuticos, que atuam no sistema do animal com o intuito de tratar diversas patologias como, feridas, fraturas, problemas dermatológicos, respiratórios e renais.

A tecnologia utilizada é graças a parceria recém firmada com a Ecco Vet. “Nossa intenção é garantir o bem estar e a recuperação adequada aos animais. Com a fototerapia é possível proporcionar esses benefícios para os animais silvestres resgatados pelo CETAS.”, comenta o gerente de pesquisa, desenvolvimento e inovação da Ecco Fibras,que detém a marca Ecco Vet, Lucas Sousa.

“A parceria tem propiciado melhoria no atendimento veterinário de todos os animais que passam pelo CETAS. Já percebemos diminuição no tempo de tratamento e uma melhora clínica mais rápida, com o uso da fototerapia”, comenta a médica veterinária e coordenadora do CETAS BH pelo IEF, Erika Procopio Tostes Teixeira.

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O Ecco Vet é um dos equipamentos mais potentes do mercado, com caneta laser vermelho e infravermelho, cluster laser vermelho e infravermelho e caneta LED azul. “Com este equipamento é possível alcançar mais de 40 tratamentos de cicatrização de feridas e lesões, pós-operatórios, inflamações e edemas, por exemplo. E de forma rápida e indolor para os animais.”, afirma Sousa.

O tratamento realizado com esse equipamento conta com três tipo de luzes, sendo elas:

Luz infravermelha: tem função analgésica e atua na drenagem linfática e de edemas. Possui efeito anti-inflamatório e aumenta em até 40% a absorção de produtos e fármacos.

Luz vermelha: atua em processos inflamatórios na regeneração dos tecidos. “Ela também melhora a circulação e angiogênese e é utilizada na laser acupuntura, além de ser também responsável pela síntese de colágeno e elastina.”, explica Lucas Sousa.

Luz azul: ação bactericida e fungicida. O objetivo é garantir hidratação e limpeza dos tecidos, além de prevenir e tratar infecções.

“O maior objetivo da fototerapia é garantir o bem-estar e qualidade de vida para o animal que realiza o tratamento.”, comenta Sousa. Isso ocorre porque os principais efeitos são a rápida cicatrização, melhoras em quadros inflamatórios, analgesia e melhoras em dores. “Temos utilizado muito a fototerapia para o tratamento de feridas nos animais silvestres que são resgatados pelo CETAS, mas além disso, iniciando tratamentos ILIB.”, completa a coordenadora da instituição, Erika Teixeira.

A terapia ILIB apresenta diversos benefícios aos animais. Com a irradiação do laser vermelho terapêutico no sangue é possível auxiliar no tratamento de diversas patologias, além de melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

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