Por volta das 9h10 (horário de Brasília), o contrato setembro/19 tinha queda de 10 pontos, a 99,65 cents/lb, ainda se mantendo abaixo dos US$1,00. Para dezembro/20, a queda era de 85 pontos, a 103,50 cents/lb. Março/20 tinha alta de 85 pontos, a 107,95 cents/lb e maio/20, queda de 85 pontos, a 109,55 cents/lb.
Segundo informações do CNC (Conselho Nacional do Café), essa foi uma semana de volatilidade moderada, mas que os futuros do café registraram perdas em todos os pregões, acumulando sessões negativas consecutivas. O movimento teve orientação técnica e influência do clima seco no Brasil, que contribuiu para o andamento da colheita no maior produtor mundial.
“O comportamento positivo do dólar frente ao real também exerceu certa pressão nos futuros do café. A moeda norte-americana subiu puxada por uma série de fatores relacionados às perspectivas de juros diante da fraca atividade nos EUA e na Europa, assim como pelo fluxo cambial negativo”, aponta o comunicado do CNC.
No fechamento de sexta-feira (26), o tipo 6 duro registrou maior valor de negociação em Guaxupé/MG, com a saca sendo negociada por R$ 416,00 com estabilidade. Já a maior oscilação registrada pra o tipo foi percebida em Varginha/MG e Franca/MG, abas com queda de 1,22% e preço de R$ 405,00.
Por Izadora Pimenta/ Notícias Agrícolas
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