Na manhã desta sexta-feira (23), o mercado do café arábica na Bolsa de Nova York (ICE Futures Group) continua trabalhando em alta, após reação técnica na tarde de ontem (22) que ocasionou em altas de mais de 200 pontos

Por volta das 9h16 (horário de Brasília), o contrato março/18 trabalhava com 265 pontos de alta (fechamento de ontem), a 119,60 cents/lb. Março/18 anotava alta de 35 pontos, a 121,25 cents/lb. Para julho/18, alta de 30 pontos, a 123,30 cents/lb e, para setembro/18, alta de 35 pontos, a 125,60 cents/lb.

De acordo com Mário Panhotta, gerente de mercado da Cooxupé (Cooperativa dos Cafeicultores de Guaxupé), esse avanço em Nova York ainda não pode ser considerado uma reversão de tendência para o café. O mercado espera uma superssafra por parte do Brasil e os fundos, por sua vez, combinam essa pressão nos preços.

Para Panhotta, no curto prazo, o mercado do café ainda pode oferecer surpresas. O câmbio influencia diretamente e, com um ano eleitoral, vários fatores econômicos podem trazer repiques nos preços para o mercado interno.

Mercado interno

Por volta das 9h16 (horário de Brasília), o tipo 6 duro anotava maior valor de negociação em Poços de Caldas (MG) com saca a R$ 447,00 e alta de 0,63%. A maior oscilação ocorria em Espírito Santo do Pinhal (SP) com avanço de 2,33% e saca a R$ 440,00.

Na quinta-feira (22), o Indicador CEPEA/ESALQ do arábica tipo 6, bebida dura para melhor, teve a saca de 60 kg cotada a R$ 435,45 e alta de 0,36%.

Por Izadora Pimenta

Fonte: Notícias Agrícolas

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