O último levantamento do IBGE – relativo ao 2º trimestre de 2018 – traz informações inédita acerca dos estabelecimentos que compõem o quadro de abatedouros de frango do Brasil

 

Desse levantamento participaram 275 estabelecimentos de abate, dos quais a maioria – 107; ou quase 40% do total – processou não mais que 10 mil aves/dia.

O extremo oposto, por sua vez, está representado por apenas 22 estabelecimentos, 8% do total. São os estabelecimentos com abate superior a 200 mil cabeças diárias.

Naturalmente, a grande concentração existente no setor e a própria escala de produção de frangos no País faz com que – em termos de volume abatido – essa relação seja totalmente inversa.

Assim, o conjunto de abatedouros com abates diários de até 50 mil cabeças – 164 ao todo, 60% do total – respondeu por apenas 10% das aves processadas no trimestre. Já os 70 abatedouros com abates diários superiores a 100 mil cabeças, embora representando não mais que um quarto dos 275 estabelecimentos inspecionados, abateram praticamente três quartos do total processado no trimestre, pouco mais de 1 bilhão de frangos.

Ainda de acordo com o IBGE, entre os 275 estabelecimentos integrantes deste último levantamento trimestral, 134 deles (48,7% do total) operam sob o Serviço de Inspeção Federal (SIF), 89 (32,4%) sob o Serviço de Inspeção Estadual (SIES) e 52 (18,9% do total) sob o Serviço de Inspeção Municipal (SIM). No período, eles responderam por, respectivamente, 93,3%, 6,6% e 0,1% do volume de carne de frango processada sob inspeção.

O IBGE registra, também, que das 27 Unidades Federativas brasileiras apenas três – Roraima, Amapá e Rio Grande do Norte – operam sem qualquer tipo de inspeção no abate de frango.

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