Do lado comprador, à medida que a virada do mês se aproxima, a necessidade das indústrias preencherem as escalas de abate e reabastecerem os estoques aumenta.
Já a ponta vendedora, em busca de melhores preços, retém os animais no pasto, diminuindo a oferta de matéria-prima. Este cenário mantém o viés de alta.
Em São Paulo, por exemplo, a valorização foi de 1,0% na comparação diária, o que significa acréscimo de R$1,50/@. As escalas de abate giram em torno de quatro dias. Desde o início de março, a cotação da arroba paulista acumula alta de 2,3%.
No Oeste da Bahia e em algumas praças da região Norte, o volume de chuvas atrapalha os embarques dos animais, diminuindo ainda mais a disponibilidade de boiadas e pressionando os preços, como foi o caso da região de Marabá-PA.
Fonte: Scot Consultoria
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