Esse volume é o maior desde 2014, quando foi de 33,9 milhões de cabeças – naquele ano, com a forte seca no Brasil, muitos pecuaristas elevaram o volume de animais destinados ao abate.
Após a seca, porém, produtores investiram na atividade, especialmente em nutrição, genética, pastagem e sanidade, o que aumentou o rebanho e a produtividade nacionais.
Quanto ao mercado, de acordo com dados do Cepea, o Indicador do boi gordo ESALQ/B3 reagiu 0,53% de 13 a 20 de março, fechando a R$ 152,80 na quarta-feira, 20. No mês, o Indicador acumula alta de 1,73%.
Fonte: Cepea
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