Problemas respiratórios em aves manifestam-se como complexos, em que vários agentes podem estar envolvidos, sendo agravados por outros fatores como a ambiência

 

Altamente disseminado e de fácil transmissão por via horizontal, o Metapneumovírus Aviário (MPA) é muitas vezes carreado pela poeira, principalmente pela proximidade de granjas e contaminação no galpão. Os sinais clínicos podem ser confundidos com os de outras doenças respiratórias, potencializando os riscos, já que a demora no controle pode levar a um agravamento do quadro.

O Metapneumovírus, pertencente à família Paramyxoviridae, é um dos agentes responsáveis por ocasionar a Síndrome da Cabeça Inchada, doença que afeta frangos de corte, poedeiras, galinhas reprodutoras e perus. O MPA causa a ciliostase (paralisia dos cílios da traqueia), facilitando a penetração de patógenos e o desenvolvimento de quadro respiratório complicado. Problemas reprodutivos também podem estar associados ao MPA.

“Os sinais clínicos iniciais da síndrome incluem lacrimejamento, sonolência, anorexia e aparecimento de conjuntivite”, explica Alberto Inoue, gerente de Marketing e Serviços da BI Fast, unidade de negócio de Aves e Suínos da Boehringer Ingelheim Saúde Animal.

Além de um protocolo de vacinação adequado, o avicultor deve promover uma boa ambiência, com destaque para o sistema de ventilação. O MPA pode ainda estar associado a outros agentes respiratórios, dando origem a síndromes respiratórias.

Nemovac é a vacina viva liofilizada da Boehringer Ingelheim Saúde Animal contra a Síndrome da Cabeça Inchada das Aves. Ela pode ser utilizada em frangos, matrizes e poedeiras para a prevenção da doença. “Nemovac proporciona praticidade na vacinação e conveniência para associação com outras vacinas respiratórias. A Boehringer Ingelheim ainda possui a Aviffa e SHS K, que completam o portfólio de prevenção ao MPA”, esclarece o especialista da BI Fast.

 

 

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