No geral, vendedores estão mais ativos do que compradores. Segundo colaboradores do Cepea, agentes de indústrias não demonstram interesse por novas aquisições, devido à baixa demanda do varejo e às incertezas sobre as vendas nas próximas semanas. Com isso, nem mesmo os comerciantes conseguem realizar negócios, como as vendas “casadas”. A maioria das indústrias – fiações, tecelagens, malharias ou confecções – está paralisada e/ou reduziu significativamente a produção.
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Vendedores, por sua vez, disponibilizam lotes no spot e esperam ofertas de preços de compradores. Alguns produtores estão flexíveis nos valores, mas outros estão firmes, especialmente para a pluma de qualidade superior. Vale considerar que há vendedores que buscam por pagamentos rápidos (sobre rodas) para garantir o recebimento. Neste cenário, entre 31 de março e 7 de abril, o Indicador do algodão em pluma CEPEA/ESALQ, com pagamento em 8 dias, subiu 0,95%, fechando a R$ 2,8684/lp na terça-feira, 7.
Segundo a Associação Brasileira da Indústria Têxtil (ABIT), algumas indústrias estão convertendo parte de suas produções para a fabricação de máscaras e outros produtos hospitalares para doação. Além disso, as empresas também estão tomando outras medidas para contribuir neste momento de pandemia.
AGRONEWS BRASIL – Informação para quem produz
Fonte: Cepea
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